No dia em que as torres gêmeas de Nova York foram ao chão, o mundo entrou em uma nova espécie de guerra. Uma que não possui território demarcado e que tem no medo seu principal combustível. Desde então, norte-americanos vêm quebrando protocolos e soberanias no intuito de erradicar o terrorismo da face da terra. A sociedade mundial passou, então, a debater até onde se deve ir para confrontar a nova ameaça. Essa é a principal discussão proposta pelo diretor Gavin Hood no ótimo “Eye in the Sky” (2015).

FILME LANÇA LUZ NAS AÇÕES DOS EUA

O filme gira em torno da coronel Katherine Powell, integrante das forças armadas de Sua Majestade, que coordena uma missão com o objetivo de eliminar três dos cinco principais terroristas mais procurados do mundo. Em ação conjunta com os EUA, por meio de um drone pilotado por dois soldados americanos, os alvos são encontrados em Nairobi, capital do Quênia.

Katherine, atuando diretamente do seu posto de comando na Inglaterra, precisa do aval do seu governo para autorizar os americanos a destruírem uma residência em um bairro civil da cidade africana. Para isso, ela conta com a intermediação do General Frank Benson, seu superior hierárquico, que está em reunião com os membros do Parlamento. Porém, um componente especial na trama complica ainda mais a ação, exigindo não apenas uma análise estratégica, mas uma decisão moral.

O filme, intitulado “DECISÃO DE RISCO” em terras tupiniquins, conta com a ganhadora do Oscar Helen Mirren no papel da coronel Katherine. Atuando brilhantemente como de costume, Mirren nos entrega uma mulher forte e determinada como deve ser o titular da patente que ocupa.

O elenco do longa-metragem conta ainda com Alan Rickman, de “Harry Potter”, no papel do General Benson; Aaron Paul, de “Braking Bad”, como um dos pilotos americanos; Iain Glen, de “Game of Thrones”, como Secretário de Relações exteriores da coroa britânica; e Barkhad Abdi, de “Capitão Philips”, no papel de um agente de terra somali.

Foto Paris Filmes/Divulgação
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O diretor sul-africano Gavin Hood, que também faz uma ponta no filme, tem em seu currículo os contestáveis “Ender’s Game” e “Wolverine Origens”. Mas surpreende ao apresentar uma obra bem-dirigida e que consegue imprimir tensão e expectativa com quase nenhuma ação, mas com diálogos bem construídos e boa montagem.

O cineasta suscita ainda questionamentos fundamentais acerca da responsabilização das ações que podem colocar em risco a vida de inocentes ao redor do mundo.

O filme “DECISÃO DE RISCO” faz parte do catálogo da Netflix e é um verdadeiro “Tesouro Desconhecido” da plataforma de streaming. Confere lá! E não deixe de compartilhar conosco o que achou nas redes sociais do TREM PARA FAZER.

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