O poder da extinção está em suas mãos. A frase, carregada de responsabilidade, é o centro do mais novo capítulo da franquia “Jurrasic Park”, o “Jurassic World: Reino Ameaçado”, que estreia nos cinemas de todo país na quinta-feira, dia 21 de junho. Mais sombrio, o longa-metragem é assustador na medida certa e, sim, encantador, principalmente para quem tornou-se fã da série em 1993, quando o diretor genial Steven Spielberg revolucionou o mercado cinematográfico.

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É claro que o longa-metragem, agora sob o olhar do diretor Juan Antônio Bayona, do bom “O Orfanato” (2007), é repleto de clichês, cenas surreais e aquela velha volta a ilha de Nublar, onde foi instalado o Parque dos Dinossauros. No entanto, apesar da pouca renovação no roteiro, já que o homem mau se revela no decorrer do filme, o bonitinho torna-se herói e a presença de uma criança leva o espectador a relembrar os medos infantis, o filme enche os olhos de magia e volta a reaproximar o grande público dos animais pré-históricos, que, neste novo capítulo, estão próximos da extinção.

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História

Em “Jurassic World: Reino Ameaçado”, a ilha Nublar será engolida por conta da erupção de um vulcão. Sendo assim, todo os dinossauros serão extintos de uma só vez. Claire (Bryce Dallas Howard), que vem lutando para que o governo dos Estados Unidos retire os pré-históricos do local, então, é chamada por Eli Mills (Rafe Spall) para salvá-los. Para conseguir uma unidade de cada espécie, ela precisará da ajuda de Owen (Chris Pratt), o cara que treinou Blue, a velociraptor mais inteligente que já existiu.

A relação de Owen com Blue, a propósito, é um dos bons momentos do filme. O animal reconhece seu treinador e, em certo momento, chega a chorar — não me recordo de ver um pré-histórico chorar nesta franquia! Essa relação de amizade estará presente do início ao fim, já que a captura da velociraptor acontece ainda na primeira parte do longa-metragem, quando o ex-marinheiro quase fica preso na ilha.

Fora da ilha, totalmente consumida pelas lavas, “Jurassic World: Reino Ameaçado” se desenrola em um castelo, com direito a calabouço, lua cheia, criatura medonha, chuva e a garota misteriosa Maisie (Isabella Sermon), elementos que deixam o longa ainda mais sombrio. Talvez, a história fora da Nublar seja o grande diferencial do filme, que, é claro, deixa uma reticencias no final para que um novo capítulo seja lançado. Afinal, os dinossauros não foram extintos graças a…

 

Um comentário em “‘Jurassic World: Reino Ameaçado’: assustador na medida certa

  1. Quero assistir! Uma pena tantos clichês (é só comparar a Dra Ellie Sattler e a Claire para pensar que poxa podiam ter construído personagens para fazer uma homenagem melhor ao Jurassic Park). Mas, apesar de tudo, continua sendo nostálgico e me faz lembrar de assistir ao Jurassic Park no cinema quando criança, cobrindo os olhos com as mãos e levando vários sustos!

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